Quando...

11 julho 2017


Quando meus pés encontrarem teus passos,
e os meus olhos virem, abertos,
o que, fechados, em minh'alma vêem.
Quando em teu olhar me perder,
e perdida, me encontrar em tua certeza.
Quando em nosso silêncio se fizer melodia,
e em nossas palavras não ditas se fizer poesia.
Quando em nossa paz encontrarmos morada,
e em tua vida se firmarem as raízes da minha,
saberei que és, saberei que sou.
Quando, quando, quando...
tudo, em resumo, a minha alma tocar a tua
Saberei que é, e sempre foi, amor.


Bárbara Paloma

10 comentários:

  1. Que poema lindo, a base de tudo sempre será o amor, o sentimento mais sincero entre duas pessoas.
    Beijos

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    1. Tens razão Vanessa, o amor é base...o alicerce, as paredes,a porta, o teto que permite ver as estrelas... É o que há de mais sincero e seguro entre duas pessoas.
      Abraço carinhoso!

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  2. Quando seu olhar se encontrar ao dele e você se sentir presa àqueles olhos. Quando encará-lo e pensar no futuro, enquanto ele fala qualquer bobeira. Tudo isso há de ser amor.

    Corre lá no My Life que ta rolando a Promoção 101 e não é bicho de sete cabeças, basta indicar um blog para assim nos inteirarmos mais na blogsfera. Cola lá para entender melhor.
    Abraço!
    https://mylife-rapha.blogspot.com.br/2017/07/101-blogs.html

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    1. Fiquei sorrindo ao ler e reler teu comentário, imaginando esses olhos... Um dia ele há chegar, um dia, há de ser amor.

      Obrigada pelo convite, e com certeza vou participar.
      Abraço carinhoso.

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  3. Sonho com esse dia, assim como sonho em entender a definição da palavra amor, mas esse dia chegará, e atrevo-me a dizer que apenas uma pessoa conseguirá mostrar todas essas respostas.

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    1. Sim Gui, esse dia chegará, pra ti, pra mim, e com ele todas as respostas para as melhores perguntas que fizermos.
      Abraço bem apertado!

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  4. Li muitas postagens de teu blogue, novamente. Andei até longe! Fui ao dia 17/01/15 – dia de uma postagem tua que recebeu meu primeiro comentário, em 09/02/15...
    Passei pelo dia 10/02/15 – em tua postagem que causou nossa primeira troca de palavras, em 11/02/15... Passei pelo dia 14/02/15 - dia de tua postagem que comentei apenas uma semana depois, em 21/02/15 dizendo o quanto senti falta de te ler...
    Confirmei o que me levou a ler-te tanto e tanto: que caminhada linda! Quanta coisa realmente linda, do coração, foi escrita. Tu és a melhor escritora que conheço. E tem sido maravilhoso caminhar contigo entre tanta poesia, conhecendo esse coração incomparável... Esse poema que escreveste é a pura essência do amor. Ou, por outro lado, uma mera extensão de ti. Feliz de quem tu amas. Um abraço... Um beijo...

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    1. "Lá fora há sol', lembro-me perfeitamente de quando li e respondi teu comentário, e me espanto por isso, pois não tenho uma memória muito boa: era manhã, e eu estava escorada no balcão da cozinha com uma xícara de café na mão. Lembro-me que sorri, e desejei "Ah como eu queria conhece-lo". Confesso que a cada postagem, eu esperava um comentário teu, pois afinal, me compreendia como ninguém, e eu amava (e amo) isso. Fizeste parte dessa caminhada, e acho que não tens, ainda, noção do quanto, se voltares por 2014 e 2013 verás que não postava quase nenhum texto meu, mas que a partir de fevereiro de 2015 me fiz mais constante. Teus comentários, teu jeito de compreender e interagir com o que eu escrevia me levou a querer me abrir para a poesia que tanto amo.

      "Esse poema é a pura essência do amor"... nele cada palavra foi escolhida por uma razão:
      'Quando', prediz o que desejo (mais que tudo) que aconteça em algum momento do futuro, um 'e se' que levo guardo em meus sonhos mais profundos.
      'Saberei que é', porque quando esse futuro chegar e tudo se fizer certeza, saberei de algo que na verdade sempre soube - 'sempre foi' -, ainda que a vida não me permita admiti-lo agora.

      Ainda que não percebas, tem muito de ti no escrevo. E tem muito do que escrevo que é pra ti. Permita-me uma pergunta: És feliz?

      Um beijo... Um abraço...

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  5. Estou procurando achar uma resposta... Meus dedos são elétricos normalmente - mas estão tímidos agora.
    Lembro-me muito bem de ter comentado a primeira vez, sem esperar resposta, pelo simples fato de que não costumavas responder. Percebi também, que nos anos anteriores colocavas dizeres desses pensadores famosos, principalmente na internet. E fiquei muito feliz, com o aumento de postagens tuas, que acabaram se mostrando superiores às deles. A partir daí, temos caminhado colorindo estradas com reciprocidade, carinho, atenção, amizade, saudade, coração, afetividade... Penso que já te disse que tu estiveste em várias postagens minhas. Penso que já te disse o quão diferenciada tu és. Penso que já te disse o quão bela és... penso que já te disse o quanto gosto de tudo que és e fazes...
    Eu sou um escritor menor, um talento limitado, tu és esplendorosamente rica em pensamentos e palavras.
    Sou muito, muito, muito feliz! Não completamente feliz. Falta-me uma coisa.
    Um beijo... Um abraço...

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    1. Em 2011, no início do blog, eu não imaginava que escrever se tornaria uma paixão, e se tornou, me encontrei no que escrevia, e eu encontrei você enxergando as entrelinhas do que eu escrevia. Já me disseste, e meu sorriso se enche quando o dizes novamente.
      Agora, eu que tenho os dedos tímidos, e perco as palavras. Realmente não sei o que te dizer, obrigada? É uma palavra tão pequena para o que sinto...
      Um beijo... Um abraço...

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Abraços...

 
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